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Aforam ou serão pregados. Sem duvidas que alguns são adaptações de sermões ouvidos ou lidos, mas a grande maioria (99,9%) são da minha autoria. Geralmente uso a pregação expositiva. Teoterapia não se responsabilisa pela propaganda do servidor

O Cristão Amadurecido Participa da Vida Politica

Quando se examina as Escrituras vemos os homens e mulheres de Deus envolvidos com o seu mundo social e político. O próprio Jesus não se isentou em fazer uma “ opção política” diante das decisões que devia tomar. A bíblia mostra que a política faz parte da vida cristã. A palavra de Deus mostra princípios que devem nortear esta opção. Ela não indica este ou aquele partido. Não fornece a cor da escolha do candidato, mas ela indica pistas importantes, para que o cristão saiba eleger as futuras autoridades do pais ou cidade e ao mesmo tempo, o cristão é colocado como alguém que tem responsabilidade diante destas autoridades. Responsabilidade para atender as leis e responsabilidade para exigir o cumprimentos das mesmas leis. Todos somos cidadãos embora com contribuições diferenciadas.
O texto de Romanos 13:1-7 é um texto conhecido pela grande maioria cristã. Mas o que se percebe é uma compreensão limitada. Muitas vezes este texto foi usado para apoiar governos de tirania. E as vezes foi texto para apoiar a repressão ou perseguição política. Mas o que Paulo mostra neste texto não é o apoio a determinada ideologia ou linha política, mas ao comportamento amadurecido dos cristãos diante da existência das autoridades. Paulo mostra que o cristão amadurecido reconhece o seu papel diante das autoridades e sabe como se comportar.
 Ao participar da eleição, o cristão precisa assumir alguns princípios que o texto de Romanos 13:1-7 mostra em relação às autoridades. Brevemente expomos estes princípios:

1.Reconhecer a origem das autoridades: Romanos: 13:1-2
Não podemos tirar o texto supracitado fora do contexto. Ele faz parte de um texto do “ serviço de adoração” do cristão. Este texto faz parte de um grande parágrafo que se inicia no capítulo 12 de Romanos, com a expressão ” Rogo-vos pois, irmãos pela compaixão de Deus que apresenteis os vossos corpos...” Para Paulo toda atividade do cristão é carismática, isto é manifestação concreta da graça de Deus. Ter autoridades “eleitas” pelo povo é a oportunidade que Deus dá ao seu povo e ao ser humano em geral em participar desta graça comum. A graça de Deus e o serviço cristão não podem nem devem separar-se. Desta forma a atividade do cristão não tem como lema: “ Estou obrigado e devo” senão que “ está permitido e posso”. Isto é liberdade e alegria que Deus dá a seus filhos. Lamentavelmente para muitos a eleição é mais uma obrigação não é enxergada como parte do plano gracioso de Deus para o mundo. Possivelmente esta visão é fruto de uma visão dualista e espúria na qual o ser humano é dicotomizado em “ espírito e corpo”. Esta é uma visão estranha as Escrituras Sagradas, pois esta não ensina que o mais importante é o “ mundo espiritual” em detrimento do mundo do dia a dia.
O cristão precisa assumir a postura que Deus deseja. Esta postura está relacionada ao “governo de Deus” que exerce sobre a humanidade através da Sua graça comum à todos. Como povo escolhido por Ele, deve exercitar a cidadania celestial na terra e não somente esperar por uma vida futura. A cidadania celestial começa com a humanidade vivenciada na cidade na qual o cristão vive.

2. Conhecer a função das autoridades: Romanos 13:3-4 cf. 1ª.Pedro:2:13-14

O texto paralelo do apóstolo Pedro na tradução da Bíblia viva diz: “ Pelo amor que vocês têm ao Senhor , obedeçam todas as leis do governo: aqueles que são do Rei, como chefe de estado, e aquelas que são dos oficiais do Rei, pois Ele os enviou para castigar todos os que fazem o mal e louvar aqueles que fazem o bem” (grifos meus).
O cristão deve saber por que as autoridades existem? Quais são as suas funções?. O mais interessante do texto é que a base para a obediência às autoridades é fruto do relacionamento que o cristão tem com o Senhor. Por esta razão, por causa do amor, na linguagem de Paulo por causa da consagração do cristão que este deve saber qual é a função da “ autoridade”. Nos textos dos apóstolos temos claramente as funções das autoridades:
ü Não devem ser motivos de temor para quem faz o bem
ü Devem causar temor para aqueles que fazem o mal
ü São ministros de Deus para teu (nosso) bem
ü Vingador em ira contra aquele que pratica o mal

Paulo conhecia muito bem as funções das autoridades. Leia e observe em Atos: 16:35-40, E veja como o apóstolo exigiu das autoridades e magistrados o que lhe era por direito. Este conhecimento que Paulo tinha a respeito das autoridades foi um auxilio para que fosse pregado o evangelho e isto pode ser comprovado através das suas viagens missionárias. Paulo sabia os seus direitos e responsabilidades. Este é o mesmo desafio do cristão: conhecer as funções para as quais as autoridades foram e são colocadas. É assim que poderão ser escolhidos homens e mulheres competentes para representar os cidadãos nas respectivas Câmaras, seja nível da cidade, estado ou nação. O cristão não pode ter uma visão limitada ou exclusiva à obter benefícios particulares ou do grupo social ao qual pertence. O cristão deve escolher as autoridades que tenha uma visão da cidade e do pais como uma unidade e não exclusivamente preocupar-se com a corporatividade do grupo social que faz parte
O eleitor deve conhecer as funções daqueles que vão governar. Deve conhecer os planos que este tem para a cidade. O cidadão eleitor pode e deve aferir os projetos à luz das funções que foram expostas acima.

3. Sujeitar-se corretamente às autoridade Romanos:13:5

“... estejais sujeitos, não somente por causa da ira, mas também por causa da consciência.” O texto paulino dá duas razões para que o cristão esteja sujeito a autoridade: Primeiro, ele aponta que a punição produz efeito positivo, a submissão, mas que isto não deve ser o estímulo para ser submisso às autoridades. São os maus feitores que devem temer a punição. Segunda razão “ ...é necessário que lhe estejais sujeitos...por causa da consciência”. Estas razões são como pratos numa balança, ou seja, a punição que produz o efeito positivo está ligada a “ causa da consciência”. A consciência é a faculdade mediante a qual a pessoa distingue entre o moralmente certo e errado. A consciência impulsiona a praticar aquilo que reconhece ser certo, refreando-a de fazer aquilo que reconhece ser errado, e que pronuncia julgamento sobre os atos.. O dicionário Webster define consciência como o senso ou percepção daquilo que é certo ou errado. Embora inata, a consciência sofre a influência do meio ambiente, hábitos, por isso ela precisa de informações para que ela exerça a sua função tríplice: obriga o ser humanos fazer o que é certo e impede fazer o que é errado, ao mesmo tempo que pronuncia julgamento no coração o qual executa a aprovação ou não da ação.
É a consciência que deve ser treinada para verificar o que a autoridade, governante, executa ou legisla. Cabe ao cristão estar informado dos projetos dos candidatos aos postos de legisladores e estes serem avaliado à luz dos interesses do ser humano. Não há duvida que esta prática estará em cumprimento do segundo mandamento: “ Amarás o teu próximo...”

4. Reconhecer a dívida com as autoridades: Romanos:13:6-10
Novamente Paulo chama as autoridades de “ ministros de Deus” (diáconos) e que o cidadão deve pagar estes ministros para que estas estejam a serviço do cidadão. “ É por isso também que vocês pagas impostos, pois as autoridades estão a serviço de Deus, sempre dedicadas a esse trabalho” (NVI). “O texto aponta duas coisas: “pagar as autoridades” e que elas “ se dediquem ao trabalho” . A Bíblia Viva parafraseia o texto dizendo que estas autoridades “ precisam ser pagos” e que elas devem “ servir a vocês” . Não há vergonha nem desaforo em dizer que o cidadão tem o privilégio de escolher os funcionários da cidade a serviço do povo. Eles precisam ser pagos e também observados no seu serviço
O texto em estudo é claro em orientar o cidadão para que este escolha bem os seus governantes, as autoridades, pois cabe ao eleitor escolher, pagar e verificar o trabalho dos eleitos. Não há como se excluir da responsabilidade tanto do que elege como daquele que foi eleito. O escolhido trabalha para a comunidade, em beneficio das necessidades dos cidadãos, especificamente dos mais necessitados.
Quando o cristão verifica que a sua cidadania celestial está ligada com a cidadania terrena, ele passa a se preocupar com o mundo que o rodeia. A mensagem escatológica do evangelho não está isenta da pratica social no dia a dia do cristão. Nos versículos de Romanos 13:8-10, o apóstolo Paulo aborda alguns itens do Decálogo de Moisés, especialmente ligados ao “ amor ao próximo”. Ser cidadão ou praticar a cidadania nas escolha das autoridades, dos governantes faz parte do culto a Deus. O leitor bíblico não pode esquecer que o texto de Romanos 13 está num contexto de culto a Deus.

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente” é a chamada de Paulo no início do capítulo 12. Assim o cristão pode experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus também em relação ao mundo social e político. A encarnação de Deus se deu num contexto social e político e assim a nossa encarnação deve acontecer. Os princípios bíblicos estão aí para ser o filtro das decisões. Estes princípios não são excludentes um do outro. Eles estão juntos para que o cristão e eleitor tenha melhor condição em fazer a sua opção e escolha política. Verifique se o seu candidato passa pelo princípios expostos neste artigo. Pode ser uma tarefa difícil mas compensa fazer a vontade de Deus

Por Jose Miguel - October 18th, 2006, 6:48, Categoría: Sermões
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